Mulher é presa após fingir ser enfermeira em três hospitais de Maceió
29/04/2026
(Foto: Reprodução) Mulher se passava por profissional da saúde e circulava nos hospitais em Maceió
Uma mulher foi detida na manhã desta quarta-feira (29) após ser flagrada fingindo ser enfermeira no Hospital Metropolitano de Alagoas, no bairro Cidade Universitária, na parte alta de Maceió.
Segundo a polícia, ela também já havia se passado por profissional de saúde no Hospital do Coração e no Hospital da Mulher. (Assista acima)
Ao g1, a assessoria do Hospital Metropolitano de Alagoas informou que a suspeita frequentava outros hospitais se passando por enfermeira havia dois anos. No Hospital Metropolitano, ela teria adotado a mesma prática por cerca de um mês.
A movimentação da suspeita já vinha sendo monitorada pela administração do hospital. Ela costumava circular pelas dependências vestindo um jaleco e conseguiu acessar o centro cirúrgico, uma área de acesso restrito, onde teria feito registros fotográficos.
Ao identificar que a mulher não fazia parte do quadro de servidores, o hospital informou que adotou os protocolos internos de segurança e acionou a polícia. A suspeita foi abordada e conduzida à delegacia para os procedimentos cabíveis.
Em nota, a direção do Hospital Metropolitano afirmou que permanece à disposição das autoridades para colaborar com as investigações e destacou que mantém rotinas rigorosas de controle e vigilância para garantir a segurança de pacientes, acompanhantes e colaboradores.
Em entrevista à TV Asa Branca, a aspirante Catarine Cavalcante informou que, no momento da abordagem, a suspeita não quis dar mais informações e demonstrou constrangimento.
Segundo ela, a equipe do hospital acionou a polícia e, ao chegar ao local, a mulher se identificou como enfermeira, usava um jaleco com o próprio nome e mantinha diversas fotos feitas em unidades de saúde.
Ainda de acordo com a PM, a suspeita vinha se passando por enfermeira sem sequer ter ingressado em um curso de enfermagem.
A policial afirmou também que a mulher alegou ter relações de amizade dentro das unidades, mas a direção e a coordenação de enfermagem informaram que não sabem como ela conseguiu acessar os espaços. A identificação ocorreu a partir de informações e vestígios reunidos pelo próprio hospital e repassados à polícia.
Ela foi conduzida pela Polícia Militar à Central de Flagrantes, onde o caso foi apresentado ao delegado para a adoção das medidas cabíveis.
Hospital Metropolitano Alagoas
Catarina Magalhaes